Professor Genário Cardoso de Farias

Edição: Phablo Monteiro - Fonte: Câmara Federal  Homenagem

 

O Professor Genário Cardoso de Farias foi uma figura humana admirada e benquista na sociedade atalaiense.

Nascido em 14 de outubro de 1906, em um dos engenhos de seu pai, no município de Rio Largo, mas era atalaiense de coração. Faleceu em 10 de Setembro de 1956, viveu apenas 49 anos, mas deu tudo de si a Atalaia.

Foi proprietário do colégio “Ateneu Atalaiense”, fundado em 1950, localizado na Rua Floriano Peixoto, onde estudaram gerações de alunos não só de Atalaia, mas também de Capela e Viçosa, inclusive no regime de internato.

Vereador, sendo Presidente da Câmara Municipal (1948 a 1949) e Prefeito municipal (1947 a 1948) fez uma administração especialmente voltada para a população pobre a quem dedicou permanentes programas sociais de governo.

Com o lançamento da coletânea sobre o coqueiro famoso, Genário Cardoso de Farias dedicou ao colega poeta Jucá Santos em 1952, o poema de sua autoria “Gogó da Ema”:

GOGÓ DA EMA Ao Jucá Santos Li e reli o teu GOGÓ DA EMA Muito gostei! E sem bajulação Eu te afirmo, Jucá, de coração, Se o título agradou, melhor o tema! Tortuoso GOGÓ, dádiva suprema, Revestiste o Jucá de inspiração E ele com a maior dedicação Transformou PONTA VERDE em um poema! Canta, poeta – a tua lira é moça! Não falta quem te aclame e quem te ouça... A mocidade é pródiga de encantos!   Canta também pela tristeza alheia... Porque, ao resplendor da lua cheia, GOGÓ DA EMA exaltará teus cantos! Genário Cardoso de Farias, Atalaia, 14 de outubro de 1952.


Gogó da Ema foi o nome dado a um coqueiro nascido na praia de Ponta Verde, Maceió, nas proximidades de um farol ali instalado. O escritor e poeta, Claudio Antonio Jucá Santos, presidente da Academia Maceioense de Letras, reuniu produções de vários intelectuais conterrâneos, sobre o Gogó da Ema.

 



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